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sábado, 21 de janeiro de 2012

COMPARATIVO 2 E 4 PORTAS!

Diante da crescente globalização, principalmente no meio automobilístico, podemos ver nas ruas do Brasil mais veiculos 2 portas ( ou 3portas), neste caso 2=3 quando se considera a tampa do porta-malas, se tratando de veiculos Hatch. Esta análise vale também para 4 portas, onde 4=5.
Modelo Hatch = portas malas com acesso por qualquer uma das 3 portas.
Modelo Sedan = portas malas independente com acesso separado.
Os Veiculos hatch foram estruturalmente projetados para 3 portas, em função de possuírem dimensões menores que os sedans, portanto, por serem os carros com menores preços das montadoras, ganharam também 5 portas (2 à mais), ficando assim mais competitivos.
Quem pensa que veiculos hatch com 5 portas são mais confortáveis que o de 3 portas, foi completamente enganado pelo vendedor.
Vantagens do veiculo 3 portas:
- Peso total menor, podendo chegar à uma diferença de até 90 kg;
- Seguro Total mais barato;
- Menos visado de furtos e roubos;
- Maior economia de combustível, e menos poluente.
Desvantagens do veiculo 5 portas:
- As portas traseiras nunca abrem completamente;
- Os vidros das portas traseiras raramente são elétricos;
- As portas traseiras são bem menores que as dianteiras, dificultando o acesso atrás;
- Como são mais pesados, sendo que possuem a mesma motorização do modelo original, gastam mais combustível, e são mais lentos no trânsito.

Pense nisso, e sucesso!

CARROS ELÉTRICOS!

O automóvel elétrico começou a circular no Brasil em 2007, com o início da produção do Fiat Palio Weekend Elétrico, para empresas de eletricidade parceiras do projeto. Atualmente, a Mitsubishi é a única a oferecer um modelo, o i-Miev, também para pessoa física, mas somente sob encomenda. Segundo a fabricante japonesa, apenas uma unidade foi comercializada até agora, para uma companhia. Na frota da fabricante há também uma unidade emplacada.
O Brasil possui apenas 72 automóveis elétricos atuais emplacados, segundo levantamento do G1, sem contar os modelos normais adaptados artesanalmente para rodar com motor elétrico. Somente um pertence a pessoa física, os demais fazem parte de frotas de empresas ou organizações.
=VEICULOS HÍBRIDOS!
Enquanto isso, os modelos híbridos — movidos pela combinação de um motor principal a combustão e outro elétrico — ganham espaço no segmento de luxo. Pioneira no mercado brasileiro, a Mercedes-Benz vende desde julho de 2010 o modelos S 400 Hybrid, que custa US$ 253 mil. Até junho deste ano, foram vendidas 21 unidades do carro. Mais barato, o Ford Fusion Híbrido sai por R$ 133,9 mil e soma 106 unidades vendidas até junho 2011, volume considerado positivo, ao considerar que o carro foi lançado em novembro do ano passado.

Para efeito de comparação, nos Estados Unidos, onde o governo dá isenção de taxa para a compra desse tipo de veículo, somente o modelo Leaf, da Nissan, vendeu 3,9 mil unidades de dezembro passado, quando foi lançado, até agora.

Até mais!

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

PRÁ ONDE VAI MEU IPVA?

Do valor pago, 50% vai para o governo estadual e a outra metade fica com o município em que o veículo é registrado. Ao contrário do que a maioria pensa, ele não é destinado diretamente a manutenção de ruas e sinalização. Assim como a maioria dos impostos, é uma receita pro governo e pode ser usada em educação, saneamento básico, saúde, etc… Tanto é que em muitos estados ele é recolhido pela Secretaria da Fazenda, e não o Detran.
 = O QUE É!
O “Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores” é um imposto estadual, ou seja, cada estado estabelece uma alíquota baseada no valor venal do veículo, valor também que varia de um estado para outro, mas geralmente é um pouco abaixo da tabela Fipe.
Varia de 2,5% (Paraná, Sergipe) a 4% (São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro), dependendo da categoria do veículo, no que ele é usado (taxis, veículos de locadoras, caminhões e utilitários pagam bem menos) e até mesmo o combustível interfere nisso. No Rio de Janeiro há um bom desconto, na ordem de 70% caso o veículo seja equipado com GNV (gás natural veicular).
 =SEGURO OBRIGATÓRIO DPVAT!
Já basta eu pagar uma pequena fortuna de seguro, pra quê pagar mais um?” É a pergunta de muitos, mas o DPVAT garante o pagamento de indenizações a terceiros, pessoas comuns que se envolvem em acidentes. É responsável por custear a despesa gerada por ambulâncias, paramédicos, medicamentos… Tudo que é despesa num acidente.  É obrigatório e deve ser pago junto com a primeira parcela ou parcela única (se for o caso) do IPVA, que vence em janeiro.
=TRLAV (LICENCIAMENTO)!
Dependendo de onde você mora, são necessárias vistorias, inspeções ou somente mais uma taxa de “emplacamento”. Algumas podem verificar o estado dos pneus (se estão com pelo menos 1,6mm de sulcos), iluminação e possíveis vazamentos, já outras vão mais longe e também medem o índice de poluentes na atmosfera, coisas essenciais a ponto de nem precisarem de inspeção, mas infelizmente não são todos que pensam assim.

Até mais!

COMO DIRIGIR NA CHUVA!

= MUITA CALMA!
No seco, a única coisa que os pneus têm de lidar como resistência são o ar e o piso. Com chuva, vencer a água é muito mais difícil, o que é agravado por desníveis, poças e buracos.
Não há um segredo de velocidade certa pra cada chuva, a velocidade ideal é aquela que você tem total controle sobre o veículo e caso um imprevisto aconteça, que você não “trave” (é natural de nosso instinto quando estamos inseguros) quando se precisar desviar ou frear fortemente diante de um problema. Mas uma velocidade que dizem ser quase “impossível” de aquaplanar com pneus bons é de 80Km/h. Acima disso a maioria dos carros começa a perder tração, dependendo do volume de água na pista.
 =DISTÂNCIA!
Especialistas dizem que no seco você deve manter a distância de “2 segundos” ou “dois carros” do veículo da frente. Você pega um ponto de referência (um poste, por exemplo) e seu veículo deve passar ali, a no mínimo, 2 segundos depois do carro da frente.
É algo simples de fazer e de fato ajuda a ter uma reação, só que o espaço de frenagem muitas vezes duplica ou até triplica no molhado, portanto, mantenha distância de pelo menos 3 ou 4 segundos do veículo da frente. Você não toma aquela ‘névoa’ resultante dos pneus escoando a água e caso aconteça algum problema você tem tempo e espaço pra frear decentemente (minimizando até os riscos de alguém bater na sua traseira).
 =SIGA O RASTRO!
Devido a alta qualidade da pavimentação brasileira (sic), é comum ondulações e depressões que formam poças e até “lagoas” em ruas, e se você tiver que cruzá-las ou estiver numa chuva muito forte e seus pneus não estarem muito bons, siga o ‘rastro’ deixado pelo carro da frente. Ele “abre caminho” na água, afastando ela e deixando pra você menos água pra seus pneus escoarem.
Aproveite pra observar também o traçado do veículo: Ao desviar ou passar por buracos, você se previne e desvia antecipadamente e com mais calma. Em situações de baixa visibilidade e/ou a noite você também pode se orientar através das faixas.
 =OLHOS DE ÁGUIA!
Um costume muito ruim é de alguns dirigirem olhando somente para o carro da frente. Freia-se forte, passa-se raiva e é uma das grandes causas de acidentes, junto a “andar colado”.
Enxergar adiante pode lhe salvar várias vezes. Ao ver uma retenção de tráfego ou uma situação de risco, você dá distância e pode frear com mais calma, especialmente se há um caminhão ou outro veículo pesado atrás de você.
= PARADAS!
Se a chuva apertou mesmo e por mais que você siga as dicas deste post, você não consegue enxergar nada, nem mesmo as lanternas adiante, não abuse. Reduza a velocidade e procure um local SEGURO para descansar e esperar a chuva diminuir. Mas só pare no acostamento em último caso e com a devida sinalização (ao menos alertas e lanternas ligados). Muitos acidentes acontecem por um dos envolvidos não enxergar as faixas e acaba invadindo o acostamento sem querer.
Ah, e sinal de alerta só se usa com o carro parado ou diante de uma situação de emergência, para pedir ainda mais atenção de quem vem atrás para uma redução brusca de velocidade. Vejo muitos usando isso em movimento e por melhor que seja a intenção, é errado.

Até mais!