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sábado, 24 de março de 2012

CÂMBIO CVT!

      
A principal diferença entre o câmbio CVT e os automáticos com conversor de torque é que o primeiro não tem engrenagens, mas apenas duas polias de diâmetro variável unidas por uma correia metálica de alta resistência. Com funcionamento semelhante a um câmbio de bicicleta, o CVT tem a vantagem de proporcionar uma aceleração contínua, sem trancos. Exceto o Fit, os demais modelos com CVT que estão disponíveis no Brasil têm opção de trocas seqüenciais (Tiptronic) para agradar os que gostam de um estilo mais esportivo de dirigir.

CVT (Continuously Variable Transmission), câmbio com relações de marcha continuamente variáveis. Conforme informações de mercado, encontram-se disponíveis seis modelos equipados com câmbio automático CVT. São eles:

Audi A6 Nissan Sentra
Honda Fit;
Peugeot 3008
Mercedes Classe B;
Renault Fluence
Mitsubshi ASX
Toyota Auris




         



A performance desenvolvida depende muito dos softwares de controle do cambio. Os melhores tem cerca de 700 algoritmos para controlar as relações de marcha, ‘adivinhando’ o que o motorista quer e obtendo o melhor resultado do conjunto motor-transmissão.



Até a próxima postagem!

terça-feira, 20 de março de 2012

ACORDO BILATERAL!

México e Brasil conseguiram se acertar sem maiores atritos. Representantes dos dois países fecharam nesta quinta-feira, 15mar2012, acordo sobre a revisão do acordo automotivo, acertando cotas de exportação de veículos para os próximos três anos. Após este período retornará o regime de livre comércio.

Bruno Ferrari, secretário da Economia mexicano, disse que o país concordou em reduzir as exportações ao Brasil para uma média de cerca de 1,55 bilhão de dólares nos próximos três anos. A cota é recíproca para os dois paíes e ficou estabelecida em 1,45 bilhão de dólares no primeiro ano, 1,56 bilhão de dólares no segundo ano e 1,64 bilhão de dólares no terceiro ano.

Ferrari disse ainda que Brasil e México também concordaram que os mexicanos aumentem a proporção de peças da América Latina em seus carros dos 30% atualmente, para 40 % em um prazo de até cinco anos.

Segundo analistas, a implementação de cotas pode reduzir do déficit comercial com o México, mas não vai resolver os problemas que estão fazendo com que as montadoras brasileiras sejam menos competitivas do que suas rivais mexicanas, e ainda pode prejudicar fabricantes que pretendem instalar fábricas no México visando o livre comércio com o Brasil, como por exemplo a Mazda, que recentemente anunciou uma fábrica no Estado de Guanajuato. O IPI já fez com que ela adiasse sua entrada no Brasil para quando a fábrica mexicana entrar em operação.

Até mais!