A principal diferença entre o câmbio CVT e os automáticos com conversor de torque é que o primeiro não tem engrenagens, mas apenas duas polias de diâmetro variável unidas por uma correia metálica de alta resistência. Com funcionamento semelhante a um câmbio de bicicleta, o CVT tem a vantagem de proporcionar uma aceleração contínua, sem trancos. Exceto o Fit, os demais modelos com CVT que estão disponíveis no Brasil têm opção de trocas seqüenciais (Tiptronic) para agradar os que gostam de um estilo mais esportivo de dirigir.
CVT (Continuously Variable Transmission), câmbio com relações de marcha continuamente variáveis. Conforme informações de mercado, encontram-se disponíveis seis modelos equipados com câmbio automático CVT. São eles:
| Audi A6 | Nissan Sentra |
| Honda Fit; | Peugeot 3008 |
| Mercedes Classe B; | Renault Fluence |
| Mitsubshi ASX | Toyota Auris |
A performance desenvolvida depende muito dos softwares de controle do cambio. Os melhores tem cerca de 700 algoritmos para controlar as relações de marcha, ‘adivinhando’ o que o motorista quer e obtendo o melhor resultado do conjunto motor-transmissão.
Até a próxima postagem!

